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Em 2012, em plena crise económica, o Governo português criou um programa chamado Vistos Gold com o objetivo de incentivar o investimento direto estrangeiro. Esta iniciativa permite a cidadãos de países fora da União Europeia que invistam em Portugal, obterem permissão de residência.

 

Desde então, esta iniciativa tem criado alguma controvérsia, especialmente porque os preços das casas cresceram a um ritmo elevado. Nos grandes centros urbanos e no Algarve as rendas atingiram níveis incomportáveis para a maioria das famílias portuguesas. Apesar de esta ser uma tendência generalizada um pouco por todos os países do Ocidente, os opositores a esta medida defendem que os vistos gold contribuíram significativamente para esta tendência, particularmente nas regiões com maior densidade populacional.

 

Sensível a estas opiniões, o Governo português vai implementar, a partir de 2022, novas regras de acesso ao programa, das quais destacamos:

  • Investimentos imobiliários em região com densidade elevada deixam de ser elegíveis;
  • O valor mínimo de investimento em fundos de investimento, investigação e empresas nacionais sobe dos €350.000,00 para os €500.000,00.
  • Transferência mínima de capital sobe para os 1,5 milhões €.

 

As alterações mencionadas em cima foram adiadas para 2022 devido aos efeitos da pandemia. Isto significa que todos os cidadãos fora da UE que pretendam tirar partido deste programa investindo no Porto, Lisboa ou Algarve, têm ainda até o final do ano para o fazer.

 

Esta pode ser uma boa oportunidade para investir em Portugal, tendo em conta os 16 mil milhões de Euros que irá receber da União Europeia e que, espera-se, ajudarão o país a sair da atual crise económica, a aumentar a produtividade do trabalho e a modernizar a administração pública e o sector privado.

 

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