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O teletrabalho foi uma das principais medidas impostas pelas restrições na sequência da pandemia da Covid-19, mas é caso para dizer que chegou e venceu.

Restam poucas dúvidas quanto às vantagens deste método de trabalho para colaboradores e empresas. No entanto, a grande duvido é como será o período pós-pandemia em matéria de recrutamento e de modelos de trabalho.

De acordo com o Barómetro RH 2020/21, do Kaizen Institute, a opção da maioria das empresas assentará num modelo híbrido. Cerca de 70% das empresas inquiridas, revela que após a pandemia adotará um modelo misto, onde o trabalho remoto será um complemento ao trabalho presencial.

Certamente que esta é uma notícia que agrada grande parte dos portugueses, já que 90% revelou que pretende mesmo adotar o método de dois a três dias de trabalho em casa.

E se muitos são da opinião de que teletrabalho significa menos produtividade, os dados do Barómetro RH 2020/2021 indicam exatamente o contrário. 7 em cada 10 empresas acreditam que a eficiência dos colaboradores em regime de teletrabalho será equivalente ou até superior à registada num cenário pré-Covid.

Mas não são apenas as empresas que estão entusiasmadas com este novo modelo de trabalho. De acordo o estudo Securing the Future of Work da Kaspersky, dois em cada cinco trabalhadores não tem interesse em voltar ao modelo de trabalho das 09h às 17h. Se os colaboradores estiver na faixa etários dos 25 aos 34 anos, então esse número aumenta significativamente.

A pandemia da Covid-19 provocou mesmo uma mudança de mentalidades, uma vez que os colaboradores estão a aproveitar este momento para reavaliar as suas prioridades de vida, onde a preservação do equilíbrio entre a vida profissional e familiar está a tornar-se fundamental.

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