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Avançar com a venda de uma empresa pode não ser uma decisão fácil. Primeiro porque os motivos que estão por detrás da tomada de decisão são muito diversificados e, depois porque existe (quase sempre) uma forte carga sentimental associada ao processo.

De acordo com os dados da Pordata, em 2017, a percentagem de pequenas e micro-empresas representava cerca de 99,4% do total de empresas. Contra factos não há argumentos, o panorama empresarial continua a ser maioritariamente marcado pelas PME´s.

No entanto, e como sabemos, gerir uma empresa não é tarefa fácil, sobretudo quando não temos quem caminhe ao nosso lado e que nos dê a mão quando mais precisamos. Aliás, quem nunca deitou a cabeça na almofada e se questionou se a decisão tomada foi a mais correta? Certamente que desse lado existiram vários acenos em jeito de confirmação.

Delinear estratégias, tomar decisões, decidir o nosso futuro e de tantos outros que estão connosco nesta aventura de ser líder de uma PME. E é por ser uma tarefa árdua e extremamente desgastante, que são muitos os que, por vontade própria (ou não) decidem vender o capital da sua empresa para abraçar novos projetos e desafios. Entre os principais problemas que levam a esta tomada de decisão, podemos destacar:

  • Falta de sucessão
  • Problemas entre sócios
  • Dificuldades financeiros
  • Falta de Capital para expandir a empresa
  • Necessidade de mudar a vida pessoal
  • Problemas pessoais e familiares

Quais são as vantagens que este apoio especializado me vai trazer enquanto empresário?

Por norma, quem vende não tem experiência em processos de compra e venda de empresas, correto? Logo, a principal vantagem passa por evitar que sejam cometidos erros que podem comprometer facilmente o negócio.

Destacamos também o facto de que evitar que o processo de avaliação e de fecho do negócio sejam comprometidos pelas emoções e sentimentos do empresário. Quando existe uma entidade externa a avaliar o negócio e as respetivas ofertas recebidas, existe uma análise muito mais rigorosa que assenta numa racionalidade económico-financeira.

Ganhar tempo. Sim, isso mesmo. Desde a prospeção à apresentação do negócio a potenciais investidores, a venda de uma empresa é um processo complexo, demorado e que exige recursos especializados. Assim, ter apoio permitir-lhe-á ter mais tempo para se dedicar a outros assuntos.

Dormir descansado. Pode parecer estranho, mas quando a venda da empresa envolve outras pessoas como é o caso dos sócios, a exposição e o relacionamento com os compradores ou mandatários poderão ser motivos para originar ansiedade e receios.

Quem quer vender, quer fazê-lo pelo melhor valor. É justo e legítimo. No entanto, face às particularidades do mercado e (à pressa) que muitas vezes impede a perfeição, o negócio poderá não ir ao encontro das expetativas. Mais do que preço, falamos em valor e notoriedade da marca. É preciso garantir que estas duas componentes não se perdem nos meandros do processo. Assistir ao desenvolvimento daquilo que outrora foi nosso, proporcionará bem-estar e tratará o sentimento de missão cumprida.

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