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Inserido no pacote extraordinário de reformas e investimentos para o período 2021-2026, o Plano de Recuperação e Resiliência assentará em três grandes áreas – resiliência, transição climática e transição digital, prevendo um total de investimento a chegar aos 13 mil milhões de euros.

 

A área da resiliência que engloba vulnerabilidades sociais, potencial produtivo, competitividade e coesão territorial prevê um investimento de 7 mil milhões de euros. Deste valor, 3. 200 milhões será canalizado para o Serviço Nacional de Saúde, habitação e respostas sociais. 2.500 milhões será alocado ao investimento e à inovação com qualificações profissionais e 1.500 milhões para a competitividade e coesão territorial.

 

Por sua vez a área da transição climática assumirá um investimento de 2.700 milhões e a transição digital verá a verba afeta de três mil milhões ser dividida entre as escolas (Escola Digital), as empresas (Empresas 4.0) e administração pública,

em particular nas áreas da Saúde, Segurança Social e Justiça.

 

Para já o Conselho Europeu só garantiu 70% do valor total previsto (€9,1 mil milhões). O restante valor só deverá ser confirmado no final do primeiro semestre de 2022, em função da quebra do PIB ocorrida ao longo dos anos 2020 e 2021.

 

Portugal quer ser dos primeiros países europeus a aprovar o Plano Nacional para poder desbloquear a verba disponível. De acordo com o Governo o projeto será apresentado em outubro no parlamento, e no dia seguinte será apresentado à Comissão Europeia.

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