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Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística revelam uma quebra do Produto Interno Bruto de 16,2% no 2º Semestre quando comparado ao período homólogo.

 

A contração história acaba por ser um reflexo do período de confinamento que o país enfrentou na sequência da pandemia da Covid-19, onde diminuição do consumo privado, do investimento e da procura externa assumiram-se como protagonistas.

 

Mas Portugal não é caso único, a contração da economia sente-se já um pouco por toda a Europa. Os dados do Eurostat revelam que o top 3 dos países com quebras significativas no PIB sé ocupado pela Espanha (22,1%), França (19%) e Itália (17,3%). Esta é uma situação delicada para o país, não fossem estes os principais clientes da economia europeia.

 

Quanto aos apoios extraordinários criados para as empresas, o Governo admite que nunca serão suficientes para colmatar os efeitos deixados em todas as empresas e que será expectável o aumento do número de insolvências.

 

É por isso necessário que as empresas se reestruturem e que adquiram competências e ferramentas para enfrentar o panorama económico nacional. Neste sentido, é essencial que se tornem mais eficientes e que procurem novas fontes de receita.

 

Para já o cenário para o futuro não é animador, mas a verdade é que o Ministério das Finanças fez saber que os primeiros sinais de recuperação já começaram a ser sentidos em junho, nomeadamente, através do aumento do consumo privado e das próprias empresas.

 

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