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Neste momento existe muita incerteza sobre o futuro económico tanto a nível nacional como internacional.

 

Um dos grandes desafios, atualmente, é o combate à inflação. A Comissão Europeu alerta que o processo de desinflação será lento, abrandando apenas 2,4 pontos percentuais (pp) de 8,5% para 6,1% em 2023, enquanto outras instituições como o Banco Central Europeu (BCE) apontam para 5,5% e o Fundo Monetário Internacional para 5,7%.

 

No entanto, segundo a Comissão Europeia, não devemos recear uma recessão para o próximo ano, ainda que as previsões apontem para um crescimento muito tímido de 0,3%, uma estimativa mais conservadora que a do BCE e do FMI de 0,9% e 0,5%, respetivamente.

 

Em comparação aos outros países da União Europeia, prevê-se que Portugal irá apresentar um crescimento acima de média de 0,7%, no entanto distante da Irlanda, Malta e Roménia de 3,2%, 2,8% e 1,8%, respetivamente.

 

Espera-se ainda que Portugal saia do clube do rácio de endividamento mais elevado da zona euro com um peso de 105,3% no PIB, apresentando dos déficits mais baixos do grupo.

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