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Chegou tímido e sem as temperaturas que habituou quem o visita. Frio, vento e um mar pouco convidativo a banhos. Julho está a ser, sem dúvida, pouco amigo do Algarve, dos hoteleiros e dos comerciantes algarvios.

Mas vamos a factos, aquele que foi (e continua a ser) o destino turístico por excelência, está ainda longe de alcançar os valores previstos para este ano, uma vez que as reservas estão a tardar a chegar às unidades hoteleiras. A juntar-se às temperaturas mais baixas está a diminuição da procura pelos turistas franceses, alemães, holandeses e irlandeses.

Com o objetivo de colmatar a situação, os operadores turísticos, as companhias aéreas e as unidades hoteleiras estão a avançar com campanhas de baixa de preços e com as tão conhecidas promoções “last minute”. Neste sentido, levanta-se a questão, serão estas medidas suficientes para recuperar os valores alcançados em 2018 ou as empresas terão que encontrar outras medidas que permitam minimizar o impacto desta situação?

Acreditamos que a segunda opção será a mais vantajosa…mas mais desafiante para a gestão da empresa.

Fundamental, a criação de uma proposta de valor clara e diferenciadora face à concorrência, suportada por uma estratégia muito forte de promoção de marca e captação de reservas através do canal digital.

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