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Desde 1995 que o do valor dos impostos e das contribuições sociais não era tão elevado em Portugal. Na prática, representou 35,4% do Produto Interno Bruto.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o peso dos impostos e das contribuições sociais atingiu os 71,4 mil milhões de euros. Face a 2017, representa um aumento de mais de 4 mil milhões. O destaque nas subidas vai para a receita de IRS e de IVA (1.744 milhões de euros) e para as contribuições sociais efetivas (1.186 milhões de euros).

Quanto aos impostos indiretos, salienta-se o aumento da receita de 20,2% com o imposto sobre as transmissões onerosas (IMT), associado sobretudo à alteração da dinâmica do mercado imobiliário.

No entanto, quando comparado com outros países da União Europeia, a carga fiscal em Portugal continua a estar abaixo da média, ocupando o 12º lugar dos estados-membro com menor carga fiscal.

Contra factos não há argumentos, as empresas portuguesas necessitam de apostar num trabalho de otimização fiscal que lhes permita minimizar os encargos fiscais que suportam.

Sabia que muitos dos investimentos que faz poderiam ser preparados e, posteriormente avaliados, numa perspetiva do seu impacto fiscal?

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